Terça-feira, 4 de Setembro de 2007

Infância

Apesar de ter apenas um irmão, sempre me senti como se tivesse tido uma família numerosa, com 4 irmãos e 3 pais. O T. e eu somos os mais novos e, por isso, algumas roupas, cadeirinhas, etc, passavam para nós. Há vinte e muitos anos não havia o consumismo que se vê hoje, em que as crianças têm mais do que precisam e os pais gastam ordenados em coisas que, daqui a uns meses, deixam de servir. Porque eles crescem, ora bem...

Do terceiro casal, pais da M. e do J.P, ela é que fôra colega da mãe. Andávamos sempre em casa uns dos outros. Jogávamos às cartas, monopólio, ao "casino", construíamos legos que destruíamos do cimo da cama, mascaravamo-nos com as roupas uns dos outros, a M. atirava sacos de água varanda abaixo! Escondíamo-nos e ríamos a bandas despegadas. Éramos 5 diabretes com idades muito próximas. A ida para o infantário era responsabilidade rotativa de um dos casais. Delirávamos quando, no inverno, o carro não pegava e tínhamos, nós, os pirralhos, que empurrar o carro! E de fazer desenhos no gelo que grudava os vidros do carro. O caminho para a escola era uma macacada! O sítio preferido do Z.P. era a chapeleira, mas só a mãe dele o deixava ir lá. Na praia ninguém parava! Nem nós, nem o(s) adulto(s) que fosse connosco: corridas de caricas, construções na areia, chapinhar na água, mergulhar das rochas (quando a maré permitia) e muitas "amonas" à mistura! O T. e eu, sendo os mais novos, éramos os alvos preferidos!

As "maratonas" aos domingos, o ritual de apanhar o pinheiro no Natal, a festa de Natal e as festas de anos, o dia da jogatana dos nossos pais, com a sala cheia de fumo, os tiques de cada um, as birras e, mais tarde as lembranças dos mais velhos a contar o que nós fazíamos.

Já lá vão 30 anos...

publicado por fraufromatlantida às 13:54
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Quarta-feira, 29 de Agosto de 2007

Um nó nos neurónios!!

Algumas vezes tenho a estranha sensação de me estarem a contar estórias que não foram minhas, que não me pertencem, que ...

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sinto-me: como se não estivesse em mim
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publicado por fraufromatlantida às 09:47
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