Segunda-feira, 13 de Agosto de 2007

Trânsito e abelhas... ou vespas

É certo e sabido que todos gostamos de passear. Quando o fazemos de carro e nos deparamos com uma paisagem de cortar a respiração, é natural que se reduza o veículo para velocidade de cruzeiro. O pior é quando isto acontece à hora de ponta para a praia, a um Domingo!! A bicha (quero lá saber do politicamente correcto) já se adensava há uns minutos até que, na subida do Outão, o carro que ia à minha frente reduz uma, e passa 5 carros de enfiada!! "Como eu o entendo... às vezes não há paciência...", pensei. E também pensei que, muitas vezes, não é pelo excesso de velocidade de alguns, mas mais pouca, até inadequada, velocidade de outros, que se dão muitos acidentes. Ontem à noite, por exemplo, vinham alguns carros na A2 , na faixa do meio, a 70/80 km h !! Continuando...

Passado este pequeno stress, começamos a descer, e entro no paraíso!! Penso sempre que Deus devia estar num dos seus pontos máximos de inspiração quando juntou o mar à serra e ambos ao rio!! É dos poucos sítios onde consigo deixar de pensar e viver dos sentidos! Ontem, o meu spot estava completamente vazio... Uma delícia... A mistura de odores, a paisagem linda, linda, o bater das ondas na rocha, o estridular das cigarras, o zumbir das abelhas... ou vespas... e o meu assobio!! Não consigo!! Quando elas começam a rondar, talvez por causa do cheiro do protector, da cor do meu biquíni e das unhas dos pés (sim, é do que elas mais gostam) faço sempre uma de duas coisas... ok, por vezes, ambas: fugir ou assobiar. Um dia disseram-me que estes insectos se afastam ao som do assobio. Claro que, quando fico muito nervosa, nem isso consigo, apenas expulsar ar com a boca em bico!! Uma vergonha... E um lindo espectáculo para quem assiste de bancada! Mas ontem, estava sozinha e, por isso, bastante tranquila. Depois de umas assobiadelas, decidi ver se elas ferram só porque sim. Uma ou duas ainda pensei que era daquela, já que andavam todas contentes à volta das unhas que deviam confundir com flores, mas quando pousavam viam que não, e lá continuavam a sobrevoar. Bom... espero que, de futuro, consiga coabitar com estes insectos curiosos sem chamar a atenção sobre a minha pessoa...

sinto-me:
publicado por fraufromatlantida às 10:01
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