Quinta-feira, 23 de Maio de 2013

Sobre a adopção por casal homossexual

Li, chocada, o post de Maria Teixeira Alves. Olhamos para trás (ou, pelo menos, eu olho), e arrepiamo-nos com o KKK, com o nazismo, etc e, de repente, constatamos que, nos dias que correm, ainda há tanta fobia, de toda a espécie! Esta senhora é apenas a cara de muita gente que ainda confunde homossexualidade com homofilia. Ela é apenas mais um rosto da intolerância! Não aceita não só que os homossexuais possam adotar uma criança, como ainda acha estúpidos todos os que o defendem. Depois de ter deixado o meu comentário, que podem ler em baixo, vi também o post de José Maria Barcia, do blog Estado Sentido, com o qual não posso concordar mais! Ele diz, e eu subscrevo, "foram adoptadas quando eram crianças. A partir daí ter duas mães ou dois pais é considerado NATURAL. O natural é aquilo a que um está habituado." Isto parece-me óbvio, como 2 + 2 = 4!

 

"Caríssima,

 

Está a precisar de focar! Isso está um pouco deturpado. Quem viola crianças não é homossexual. É doente! Ou aceita a coisa se for um homem a violar uma menina?! O que para aí vai...

 

Fiz voluntariado, enquanto adolescente, na Casa do Gaiato e perguntaram-me várias vezes, as crianças, se não as queria levar para casa, ser mãe delas!! E perguntavam o mesmo a amigos meus, homens, se não queriam ser pais deles, levá-los para casa!! Não lhes interessava se eramos casados, se haveria também um pai (no meu caso) e uma mãe (no caso dos meus amigos). O que estas crianças querem é amor exclusivo! Não ter que partilhar os poucos adultos da instituição com mais 100 crianças. Não ter o mesmo "Pai" que centenas de outros!

 

Que visão egoísta e homofóbica a sua!! Claro que seria perfeito que todos pudessem ter um pai e uma mãe, mas se vivessemos num mundo perfeito, todos teriam esse direito, porque não haveria orfãos! Mas o mundo não é perfeito!! Logo, parece-me mil vezes melhor terem um lar cheio de amor (sim, amor fraterno, não amor doente que esse, felizmente, não existe na quantidade que quer fazer crer).

 

Eu, se fosse orfã, preferia, sem dúvida, ter sido adoptada por um casal gay, do que ficar numa instituição."

publicado por fraufromatlantida às 11:19
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